sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

É hoje :)

A precisamente um ano atras estava de volta a Lisboa.
Á precisamente um ano atras achamos que viver juntos era a melhor opção.

E precisamente um ano depois continuo a achar que foi a melhor decisão que tomamos :D

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

E mais uma vez perdemos contra esta doença.
Raio de bicho que não nos deixa em paz.
Acreditei até a última que ia ser diferente, desta vez, para variar. Supostamente a ciência já está mais evoluída, supostamente a A. era tão nova, tava tão feliz, com tantos projectos…
Devia mesmo ter sido diferente.
A última vez que a vi foi na noite de passagem de ano, estava bem, com esperança. Tinha acabado de sair do hospital.
Falamos da casa nova que ela tinha de vir visitar, do bacalhau com broa do M. que ela tanto queria provar, fizemos planos para a Pascoa, planos para a próxima visita a Celorico…
Infelizmente o único plano que se realizou foi a ia a Celorico e verdade seja dita, tinha dispensado tanto esta visita.
Eu quero acreditar num bem maior, numa justificação para tudo isto, quero conseguir acreditar que existe um Deus com um Plano bom. Nesta fase está difícil, só me lembro de um marido e de uma filha a quem ela faz muita muita falta. De uma família cada vez mais pequenina que acredito não merecia passar por isto outra vez.

Sei que poderia ter sido mil vezes pior, sei que pode ainda ser muito pior. Não é um queixume é apenas um lamento, uma tristeza, um pedido. Acho que esta família já teve a sua dose, já demos demasiados dos nossos, já temos cada vez mais o coração apertadinho

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Noticias rápidas

Isto não tem andado facil!
O tempo é cada vez mais escasso e a vontade de escrever mais pequenina.
Não são falta de noticias e coisas pa contar é mesmo uma preguiça que se me deu.
A ver se consigo contrariar isso.

Pois bem, a semana passada foi passada pelo Porto. As saudades já eram mais que muitas e foi bom ter estes dias todos para poder ver toda a gente e poder matar saudades de todos,o tempo também ajudou e tivemos até direito a churrasco com a família completa! O que custa mesmo é vir embora. Domingo é sempre um dia complicado.

Esta semana voltei finalmente ao ginásio, ao ritmo das aulas, foram só dois dias ( o plano são 4 dias por semana),mas andei a semana toda dorida. Percebi rapidamente como estava em baixa de forma, mas também as saudades de tinha de voltar e o bem que me faz.

É um stress para conseguir ir ao ginásio e voltar em menos de duas horas para ter ainda tempo de almoçar, mas a verdade é que tudo se arranja, é um stress que sabe bem e do qual estava a precisar. A ver se consigo manter a motivação quando começar o mau tempo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

:)

Um ano!

De mim,
De de ti,
Mas principalmente de Nós!

O primeiro de muitos espera-se!

(Para o infinito e mais alem :D )

Objectivos de Setembro

Já não escrevo á muito tempo.
Na verdade não tenho nada para escrever.
A vida vai óptima, o trabalho também e as férias foram muito boas.
Acho que isto resume muito bem os últimos meses.
Estou numa fase boa, sem stresses e complicações que por mim mantinha sempre assim. Na verdade a vida está tão boa que estou sempre á espera que mude (o pessimismo ás vezes pode mais que eu).
Para melhorar só se pudesses encurtar a distância entre Lisboa e o Porto, ter todos bem juntinhos e aí sim seria plenamente feliz. Não sendo possível ficam as viagens, as visitas, as férias, os telefonemas, as partilhas e os planos de mais visitas e férias e viagens, e….

Mudando de assunto (e para ter tema de escrita), decidi voltar ao ginásio.
Já tinha deixado de ir, quase desde que vim para Lisboa, apesar de continuar a pagar todos os meses 
Mas a verdade é que sinto falta, o meu corpo sente falta e á medida que os 30 se aproximam o parvalhão do meu corpo sente cada vez mais falta (raios que a gravidade é lixada!)
Portanto decidi retomar no início de Setembro, fiz plano de aulas, avisei no trabalho que ia começar a ter horas de almoço mais longas, avisei os companheiros de almoço, mas a verdade é que ainda não comecei!
Apareceu-me uma maldirá unha encravada (na verdade são duas) que teima em não passar. Impedindo-me de calçar sapatos fechados e muitos dias até de andar.
A maldita ainda não está curada e não vejo que vá estar tão cedo, mas ontem tentei e já conseguir calçar os ténis bem como pular e correr, o que indica que estou pronta para voltar ao ginásio.
O objectivo é começar na próxima segunda-feira e ir cerca de 4x por semana, pelo menos nos primeiros meses. Assim que acabar o contracto ( lá para Março de 2012) logo penso na próxima naquilo que vou fazer.
Estou inclinada a iniciar-me no Bootcamp, que só ouço coisas boas.
A ver vamos, uma coisa de casa vez!
Próximo objectivo: Voltar ao Ginásio

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Incrível como fico sem jeito quando falamos… Quase como um amor mal resolvido, onde as pernas tremem sempre que falas comigo.
Gosto de acreditar que a distancia não nós separou, que apesar de tudo continuamos amigas, que por muito que nos afastemos quando estamos juntas tudo continua igual.
Na verdade ainda hoje se por algum motivo falo na minha melhor amiga falo automaticamente de ti, faço automaticamente a associação, e a verdade é que já não sei nada de ti. Não sabemos nada uma da outra.
Não sei se gostas do novo trabalho, não sei se ainda estas no mesmo trabalho, não sei qual é o teu horário nem sequer o fazes.
Não sei se és feliz todos os dias, se tens problemas que te aflijam de verdade, preocupações.
Não partilho contigo nenhum dos meus dias felizes, nenhuma das minhas conquistas ou das minhas preocupações.
Nunca falei do meu novo trabalho contigo, nunca conhecemos a casa uma da outra.
No meio da distância e de mal intendidos perdemo-nos uma da outra, e incrivelmente ainda te vejo como a minha amiga, como a minha melhor amiga.
E olho para trás e não percebo o que nos separou, não vejo nada que impossibilite que sejamos amigas, não vejo nada que alguma de nós tenha feito que justifique esta distância… Se calhar é o tempo a falar, as saudades, a vontade de te ter de volta na minha vida, mas a verdade é que não consigo lembrar-me.
E, entretanto, já passei todas as fases, já fiquei muito magoada e revoltada, já passei a fase em que te chateava constantemente para tarmos juntas quase como em desespero, agora acho que me habituei, que nos habituamos…
Agora falamos de tempos a tempos, como colegas de escola que se falam quando se encontram na rua e não passamos muito do “ta tudo bem” “sem novidade”…
E tenho medo do dia em que não tenhamos nada para dizer, e doí-me pensar nos planos que fazíamos, dos nossos lanches da Foz, dos planos de compras, dos planos para um futuro que nos incluída sempre às duas.
Sinceramente acho que nunca vamos conseguir voltar atrás, que a distância já foi maior que nós. Que já só pensamos num futuro sem espaço para as duas (e gostava tanto, tanto de estar enganada).
Mas sei que vou continuar a achar-te a minha melhor amiga, quase como aquele que foi o grande amor de uma vida e que não deu certo, que nos deixa um sabor agridoce, um amor sem igual e que venha quem vier aquele vai ser sempre o amor de uma vida.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Se eu soubesse escrever bem era mesmo iso que escrevia #1 :

"A minha versão do Amor
Mas tão ou mais importante do que o dizer "amo-te" é o não dizer "amo-te". Uma relação sem "amo-tes" é uma relação pobre. Gostar não é amar, adorar não é amar, amar é amar. E quando se ama diz-se "amo-te". Não me venham com "I love yous", não me venham com "és a pessoa da minha vida", porque isso é uma treta, isso é mariquice, é infantil e absurdo. Amor é um sentimento adulto e é preciso ser-se crescidinho de cabeça para se poder amar."

E é precisamente isso, um adoro-te não de todo um amo-te, houve tempo em que pensei se sim era a mesma coisa e talvez até um sentimento maior, mas hoje sei claramente que não, um adoro-te tem um "peso" completamente diferente de um "amo-te". Se se ama alguém não se diz "Adoro-te" e mt menos "Love You" e coisa parecida. Se se ama, nenhuma outra palavra faz sentido,porque nenhuma outra tem o mesmo peso, nenhuma outra quer dizer o mesmo..
Com grande lata copiado do : O Arrumadinho

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ha dias em que...

Gostava de ser capaz de amores loucos, de paixões desenfreadas.
De ter uma vida cheia de emoções.
Gostava de certezas absolutas do coração, gostava de ser capaz de sentimentos intensos, de ser capaz de loucuras por amor sem as achar parvas e injustificadas.
Gostava de conseguir gostar sem limites, sem pensar no amanha e depois e depois, gostava de não ser tão racional no gostar.
Gostava de acreditar em contos de fada e achar e sentir que tudo é possível quando se gosta.
Mas não sou, como alguém me disse a uns tempos atrás ( quase numa outra vida) sou tão racional que chego a ser fria.
E sei que é verdade, gosto sempre com limites, ou quase sempre porque consegui quebrar a barreira por uma vez, mas o medo foi mais forte que eu e na hora da verdade optei por "saltar fora".
Gosto sempre com incerteza e pior gosto sempre com uma racionalidade parva.
Gosto de fazer planos racionais, de traçar metas sempre para mim e nunca para um nós ( apesar de algumas vezes estes caminhos se cruzarem).
E olhando em retrospectiva apercebo-me que ate gosto de ser assim, é verdade que a possibilidade de viver um grande amor digno de filme é remota, mas também é verdade que estes têm tantos percalços e sofrimento pelo meio que nem sempre é bom.
Gosto de conseguir controlar, de saber que consigo virar as costas e dizer ate nunca com uma facilidade que ate a mim me assusta. Gosto de não perder o rumo dos meus objectivos por falta de alguém.
E racionalmente falando , gosto desta minha racionalidade!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Qual o momento certo para dizer “basta” e seguir em frente? Facilmente alguém diria que é quando se deixa de sentir completo ou realmente feliz. Porque a verdade é que algo que seja forçado, que exija mais esforço do que prazer simplesmente não vale a pena… Pois!

Rescaldo das Ferias

Recomendo Vivamente!

As mini – férias correram lindamente.
O sítio ajudou muito, umas vistas fantásticas, quartos grandes (fiquei na suite júnior) e muito bom atendimento.
O tempo também ajudou e manteve-se sempre bastante quentinho, com muito sol para desfrutar bem da piscina.
Comi muito (muito e bem), apesar de achar que nos próximos tempos não consigo comer lagostas, lagostins, sapateiras, camarões e afins já que exagerei imenso (recomendo vivamente o restaurante marisqueira das Furnas mesmo na praia da Ericeira), portanto prevê-se uns próximos meses de dieta.
Em conclusão, a boa vida custa muito deixar para trás.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Com cheirinho a ferias

Quase quase de mini- ferias por aqui :)





quinta-feira, 19 de maio de 2011

Post lamechas do Mês #2

Adoro que partilhes todos os dias comigo o teu lanche (porque eu nunca trago um para mim) nas nossas viagens para casa;
Adoro quando arranjas o meu almoço para trazer para o trabalho (porque eu de manha “engonho” imenso)
Adora que me tragas bolo só porque te lembraste de mim;
Adoro o facto de já gostares das minhas gatas ( sim eu sei que vais continuar sem gostar de gatos e que fazes um esforço para gostar das minhas)
Adoro que me faças as vontades ( quase todas)
Adoro que não te tenhas oposto ao “nosso quarto cor de rosa”;
E essencialmente adoro que sejas Portista, senão não ia gostar nada de ti!!! = )

E se...

exactamente a um ano atras alguem me viesse dizer q esta iria ser a minha vida dali a um ano... eu juro que me ria e acreditava piamente que era tolinho =)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

As fases da vida são quase como a lua :)

Ate aos 18 anos achei sempre que a minha vida iria ser uma aventura, nunca fez parte dos meus planos partilhar a minha vida fosse com quem fosse, nunca planiei casar ou ter filhos. Acreditava piamente que ia ser jornalista, que portugal era demasiado pequenino para mim. Que iria passar a vida a viajar de um lado para o outro, que iria entrevistar as mais diversas pessoas. Acreditava que uma familia só me iria atrapalhar, na melhor da hipoteses acreditava que por volta das 40 anos, na possibilidade de estar cheia de tanta aventura iria pensar adoptar (uma visão um tanto egoista eu sei).

Depois entrei para a faculdade e decidi que afinal não iria para jornalismo, que o desemprego era uma caminho quase certo e eu queria ser independente cedo, acreditava ainda assim que portugal nã seria o meu destino, que iria fazer erasmus para um qualquer país e não voltava mais, que viria aproveitar o nosso verão fantástico e as visitas de natal para matar as saudades mas nada mais que isso. Com o tempo percebi que financeiramente não poderia fazer um erasmus, que já tinha de trabalhar para pagar a licenciatura, não dava para as duas coisas ( e afinal depois já não o queria assim tanto).

Houve uma outra fase, mais romantica, em que acreditava que afinal o meu sitio era no porto bem pertinho da familia, que os 25 anos já estaria casa e a pensar em filhos e que até aos 27 já teria o primeiro , mas depois o trabalho no porto não apareceu, lisboa começou a ser uma realidade e as vontades mudaram.

Com a mudança para lisboa percebi que nunca ira conseguir viver fora de Portugal ( pelo menos não de livre vontade e nunca seria nada facil), percebi que sou muito menina da “mama”, que a minha familia é o meu ponto de equilibrio e longe não ia ser nada facil ( já assim não é).
Percebi tambem que esta falta de aventura tem de ser conpensada com loucura, que preciso ser apaixonada por tudo, que a vida “normal” não me chega, que a racionalidade não combina comigo, que quero sempre mais e mais e isto é um problema. É uma recção tipica de adolescente, sem consciencia, sem medir o risco. Percebi com o tempo que a vida não pode nem deve ser uma festa. Percebi que não vou estar apaixonada por tudo todos os dias, que ha dias em que vou adorar o meu trabalho e outros em que me apetece vir embora, que ha dias em que acredito que o mundo é meu e outros em que estou a suportar com o peso de mundo. Percebi que a vida não é sempre como a imaginamos ou como a queremos mas o bom disto tudo é que é uma caixinha de surpresas com coisas boas e más, mas com coisas novas todos os dias.

Fragilidades no feminino

Sou insegura por natureza em varios aspectos da vida, sempre tentei lutyar contra isso, e acho que me tenho saido bem.
Mas as fragilidades voltam ao de cima em dias menos bons, nas mais diversas situações, com pessoas que me estão proximas e que por muito que tente que seja de outra forma não consigo nunca sentir-me a vontade, sentir-me “segura”. Quase como um sexto sentido que nos avisa do perigo, como uma chamada constante de alerta para me manter sempre de pé atras e com as orelhas bem espetadas tipo cão em posição de ataque...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rescaldo da Pascoa

A minha páscoa começou na sexta a e noite quando todo o mundo chegou la a casa.
Depois da voltinha da praxe pela casa para apresentação do espaço começamos pelo que tão bem sabemos fazer em família: comer e beber. A noite foi longa e ninguém foi pa cama antes das 3h (sem ser as crianças que há mt que dormiam). A noite não foi facil, nada fácil mesmo nem para os habitantes do quarto de hóspedes (éramos 7 pessoas no mesmo quarto) uma vez que com tanta excitação as crianças tiveram uma noite agitada, nem para os habitantes da sala que eram alérgicos a pelos de gato (e com 2 gatos é difícil não ter pelos). Mas ainda assim toda a gente acordou bem-disposto na manha seguinte e seguimos viagem para alchochete e depois para Sesimbra. Os miúdos ficaram felizes da vida, o tempo ajudou e puderam andar na água, saímos de la todos molhados e felizes, de seguida fomos os Portinho da Arrabida que estava lindo como sempre.
A vinda para casa o meu carro decidiu morrer, e ficamos no meio de nenhures á espera do reboque e do táxi que nos levasse de volta a casa.
No domingo fomos pa Lisboa e o tempo portou-se lindamente. Segunda foi dia de não fazer nada e das despedidas.
E o coraçãozinho de todos ficou mais cheio de sorrisos e de bons momentos, mas as despedidas custam demais. E depois de tanto barulho e gente e confusão numa casa é demasiado estranho ficar sozinha.
De notar que as gatas durantes estes dias andaram desaparecidas, passei os dias a tentar descobrir os seus esconderijos. Não tive problema nenhum em deixar as portas da sala abertas porque nenhuma passou por lá, na verdade parece que ainda estão a recuperar de tanta agitação porque passam o tempo todo seu ninho nem as portas abertas as atraem, foi remédio santo .
Sem duvida nenhuma a repetir, porque as tradições são para manter (e havemos de inventar umas quantas mais, que é sempre bom ter visitas em casa).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tradições de Páscoa

Este ano para não fugir a mais recente tradição familiar, a páscoa vai ser passada em Lisboa.
Já foi assim no ano passado e vamos manter este ano, e se tudo correr bem manteremos por muito mais tempo.
Ano passado foi muito giro, com vários passeios e dias bastante agradáveis. Este ano as férias são mais alargadas, vão ser 4 dias de muita confusão, de casa literalmente cheia, de muito barulho mas também de muitos sorrisos e abraços e coração cheio.
Este ano vêm também os meus primos por isso vamos ser bastante mais, e é assim que eu gosto, da família (quase) completa. E felizmente com a minha mãe, irmã e prima lá em casa não vou fazer nenhum :P
Espero que o tempo ajude (já ouvi dizer que não) para podermos aproveitar todos em grande esta estadia. Os planos já estão feitos, já temos a tradicional visita á expo, uma visita ao castelo de S. Jorge com passeio de eléctrico, pic-nics, baloiços e jogos de basquete e futebol a pedido da pequenada. Que passe rapidinho estes 3 dias que tou a precisar de mimo.

Regresso ás origens

Fim-de-semana de volta ao Porto.
Foi muito bom, esta a precisar de ir a casa, de beijinhos cheios de baba dos sobrinhos mais fofos, de miminhos ao acordar, de pequeno-almoço na cama, de ficar na cama sem fazer nenhum e ficar na ronha o fim-de-semana todo. E custa sempre voltar, todos os dias custa um bocadinho mais, nunca vou ser capaz de me habituar á distancia, não lido nada bem com as saudades dos meus.
E sempre q volto a casa vejo que os meus pequenos estão cada vez mais crescidos, e que eu perdi aquele bocadinho do seu crescimento, que vou perder muitos mais bocadinhos… que vou perder bocadinhos de todos, das minhas pessoas. Nada fácil, e as segundas-feiras custam muito mais!

segunda-feira, 11 de abril de 2011




Podia bem ser uma praia paradisíaca de Bali ou algo parecido, mas não fica mesmo ali para os lados de Sesimbra.

E é gira que se farta, foi difícil chegar que decidimos ir a corta mato (literalmente) que os trilhos marcados são para meninos, demoramos mais de 2 horas a fazer um caminho de 20 minutos, andamos por lugares que nunca tinham sido vistos por humanos, andamos por vegetação mais alta que eu, ficamos tds arranhados pisados e despalmados. Ficamos maravilhados com a vista e nunca ficamos tão felizes por chegar a uma praia.

E valeu bem a pena, fomos ter a uma praia gira gira, de areia branca, com poucas pessoas e com a sensação de dever cumprido. O dia de praia esteve um espectáculo e o pouco vento sentido em alguns momentos tornou-se um problema. A água gelada acabou por saber pela vida.

No final do dia optamos por seguir o trilho recomendado e apercebemo-nos da volta enorme que tínhamos dado e que nos divertimos bem mais por o ter feito.

O jantar acabou por ser lá em casa, com caracóis (muitos, tantos que não mais acabam) para os meninos e piza para as meninas que comer bichos com corninhos de fora é demasiado estranho.

O pior foi levantar hoje de manha, a ressaca e o cansaço não ajudaram em nada, mas valeu sem dúvida a pena