É mentira do longe não se faz perto, o longe é muito longe e torna-se cada vez pior. E quando as saudades apertam 20km passam a 2000km. E custa, os dias passam devagar, as pequenas coisas passam a ter grande importância. Os medos são maiores, os duvidas uma constante. E não se ama mais, sofre-se mais, sente-se mais.
Não gosta das distancias, gosto de ter quem gosto perto de mim. Preciso de contacto, de partilha. Nada melhor que a partilha.
E se vale a pena? Sem duvida, sem duvida nenhuma!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A mim diz muito :o)
25 diz-te algo? A mim diz-me muito, por todos os motivos bons.
Porque a vida é feita de dias, e a minha tem muitos dias bons :)
Porque a vida é feita de dias, e a minha tem muitos dias bons :)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
E é isto

Ha que faça retrospectivas no final do ano, com promessas de melhoria para os anos seguintes. Como gosto de ser diferente, faço a analise ao ano, no final do verão ( pelo menos este ano é assim). E é imcrivel o que é possivel mudar apenas num ano na vida. Em apenas um ano mudei-me pra Lisboa,voltei para o Porto, sai de casa da mama, e voltei pa casa da mama. Tomei decisões mais que complicadas, cresci imenso como pessoas, aprendi coisas sobre mim mt importantes, aprendi coisas sobre os outros. Aprendi que quando alguem se sente magoado é capaz e tudo. Que o ser humano é naturalmente mau. Que ha coisas que nunca se esquecem, que há pessoas que nos marcam. Que a vida de divide em etapas.
Mudei a minha opinião em relação a imensas coisas, conheci gente novo, apaixonei-me por uma cidade q sempre reneguei. Aprendi e depender unica e exclusivamente de mim, descobri que consigo ter pior feitio q a minha irmã :) Descobri que me afasto com muita facilidade. Perdi uma amiga para a vida, sem perceber como. Descobri que sou mm bastante desarrumada. Aprendi a dizer:bué, tenis, e ao pé, e agora sou ultra gozada no Porto.
Num ano aprendi a viver :)
Das Relações
É do conhecimento geral que as relações não são faceis. Que é preciso cultiva-las todos os dias, que temos de nos esforçar, muitas vezes pôr o orgulho de lado, deixar de teimar, e deixar de ter razão mm quando sabemos que a temos...
Pois bem, tenho para mim que as coisas n devias ser assim. Se as pessoas se gostam as coisas deviam ser faceis. O esforço não devia nunca fazer parte de uma relação. Não devia haver segundas oportunidades, nem duvidas. Não devia haver desgostos, nem desconfiança. Mas isto é apenas a opinião de alguem que vai ficar velha, solteira e rodeada de gatos :)
Pois bem, tenho para mim que as coisas n devias ser assim. Se as pessoas se gostam as coisas deviam ser faceis. O esforço não devia nunca fazer parte de uma relação. Não devia haver segundas oportunidades, nem duvidas. Não devia haver desgostos, nem desconfiança. Mas isto é apenas a opinião de alguem que vai ficar velha, solteira e rodeada de gatos :)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O balanço
E após 3 semanas de volta ao Porto chegou a altura de fazer um balanço... e só me apetece dizer: Quero voltar a Lisboa!!!
Vá na verdade não é bem assim, tenho saudades de lisboa, do meu trabalho das pessoas. Principalmente tenho saudades da minha casa, do meu cantinho. De poder deixar tudo fora do sitio se ne apetecesse, das minhas coisas.
Custa-me ver a minha vida "embalada".
Mas tambem estou bem no Porto... já fui aos meus sitios, aos meus restaurantes (o Passion Argentinha fechou!!!), já andei de barco pelo rio. Matei algumas saudades. Mas a verdade é que tenho saudades de lisboa, de passear na expo, do bairro alto, do ginasio, de atravessar a ponte!
Daqui a nada já me habituo, é uma questão de tempo ( ou então não, e daqui a nada volto a lisboa :p )
Vá na verdade não é bem assim, tenho saudades de lisboa, do meu trabalho das pessoas. Principalmente tenho saudades da minha casa, do meu cantinho. De poder deixar tudo fora do sitio se ne apetecesse, das minhas coisas.
Custa-me ver a minha vida "embalada".
Mas tambem estou bem no Porto... já fui aos meus sitios, aos meus restaurantes (o Passion Argentinha fechou!!!), já andei de barco pelo rio. Matei algumas saudades. Mas a verdade é que tenho saudades de lisboa, de passear na expo, do bairro alto, do ginasio, de atravessar a ponte!
Daqui a nada já me habituo, é uma questão de tempo ( ou então não, e daqui a nada volto a lisboa :p )
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
É isto que eu quero pa mim, um dia...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Do distanciamento
No mesmo dia e em contextos diferentes, várias pessoas me qualificaram como fria. Pessoas que me conhecem melhor ou pior, mas que me têm como fria.
Acho que com o tempo tenho-me tornado realmente mais fria, na verdade não é fria, apenas me protejo mais, penso em todos os passos que dou, meço com precisão quase milimétrica o quanto me dou ás pessoas.
E torna-se "fácil" para mim lidar com as mesmas, lidar com possíveis desgostos ou contratempos. Torna-se mais "fácil" sair sem olhar para trás. Seguir em frente, cair e rapidamente me levantar.
Não gosto menos que os outros, não me dou menos que os outros, sou apenas muito racional e tento controlar até onde posso ir, até onde quero ir.
Claro está que há alturas em que este auto-controle não é possível, em que como todas as outras pessoas me "descontrolo", mas para mim é mais fácil retomar o controlo.
Não é que sofra menos, nada disso, muitas vezes é o contrario, apenas lido melhor com isso. Não me vejo nunca dependente de alguém, era incapaz de lutar por alguém que não me quisesse ou que tivesse a mais leve duvida que me queria. Uma dúvida para mim é equivalente ao virar de costas. Não fico para ver no que dá, não luto para que as coisas resultem. Não porque seja cobarde, nada disso, apenas porque se existem dúvidas para mim já não chega. Seja numa relação amorosa, seja numa amizade, seja num contexto mais profissional.
Em suma, e em resposta ao que me disseram, não, não sinto menos que os outros, não sofro menos que os outros, uso simplesmente uma "capa de protecção".Na verdade digo "sim" e "não" e sigo em frente, quando mts vezes o que quero fazer é gritar e dizer "talvez" e "não sei" e voltar atrás.
Acho que com o tempo tenho-me tornado realmente mais fria, na verdade não é fria, apenas me protejo mais, penso em todos os passos que dou, meço com precisão quase milimétrica o quanto me dou ás pessoas.
E torna-se "fácil" para mim lidar com as mesmas, lidar com possíveis desgostos ou contratempos. Torna-se mais "fácil" sair sem olhar para trás. Seguir em frente, cair e rapidamente me levantar.
Não gosto menos que os outros, não me dou menos que os outros, sou apenas muito racional e tento controlar até onde posso ir, até onde quero ir.
Claro está que há alturas em que este auto-controle não é possível, em que como todas as outras pessoas me "descontrolo", mas para mim é mais fácil retomar o controlo.
Não é que sofra menos, nada disso, muitas vezes é o contrario, apenas lido melhor com isso. Não me vejo nunca dependente de alguém, era incapaz de lutar por alguém que não me quisesse ou que tivesse a mais leve duvida que me queria. Uma dúvida para mim é equivalente ao virar de costas. Não fico para ver no que dá, não luto para que as coisas resultem. Não porque seja cobarde, nada disso, apenas porque se existem dúvidas para mim já não chega. Seja numa relação amorosa, seja numa amizade, seja num contexto mais profissional.
Em suma, e em resposta ao que me disseram, não, não sinto menos que os outros, não sofro menos que os outros, uso simplesmente uma "capa de protecção".Na verdade digo "sim" e "não" e sigo em frente, quando mts vezes o que quero fazer é gritar e dizer "talvez" e "não sei" e voltar atrás.
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