segunda-feira, 30 de maio de 2011

Com cheirinho a ferias

Quase quase de mini- ferias por aqui :)





quinta-feira, 19 de maio de 2011

Post lamechas do Mês #2

Adoro que partilhes todos os dias comigo o teu lanche (porque eu nunca trago um para mim) nas nossas viagens para casa;
Adoro quando arranjas o meu almoço para trazer para o trabalho (porque eu de manha “engonho” imenso)
Adora que me tragas bolo só porque te lembraste de mim;
Adoro o facto de já gostares das minhas gatas ( sim eu sei que vais continuar sem gostar de gatos e que fazes um esforço para gostar das minhas)
Adoro que me faças as vontades ( quase todas)
Adoro que não te tenhas oposto ao “nosso quarto cor de rosa”;
E essencialmente adoro que sejas Portista, senão não ia gostar nada de ti!!! = )

E se...

exactamente a um ano atras alguem me viesse dizer q esta iria ser a minha vida dali a um ano... eu juro que me ria e acreditava piamente que era tolinho =)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

As fases da vida são quase como a lua :)

Ate aos 18 anos achei sempre que a minha vida iria ser uma aventura, nunca fez parte dos meus planos partilhar a minha vida fosse com quem fosse, nunca planiei casar ou ter filhos. Acreditava piamente que ia ser jornalista, que portugal era demasiado pequenino para mim. Que iria passar a vida a viajar de um lado para o outro, que iria entrevistar as mais diversas pessoas. Acreditava que uma familia só me iria atrapalhar, na melhor da hipoteses acreditava que por volta das 40 anos, na possibilidade de estar cheia de tanta aventura iria pensar adoptar (uma visão um tanto egoista eu sei).

Depois entrei para a faculdade e decidi que afinal não iria para jornalismo, que o desemprego era uma caminho quase certo e eu queria ser independente cedo, acreditava ainda assim que portugal nã seria o meu destino, que iria fazer erasmus para um qualquer país e não voltava mais, que viria aproveitar o nosso verão fantástico e as visitas de natal para matar as saudades mas nada mais que isso. Com o tempo percebi que financeiramente não poderia fazer um erasmus, que já tinha de trabalhar para pagar a licenciatura, não dava para as duas coisas ( e afinal depois já não o queria assim tanto).

Houve uma outra fase, mais romantica, em que acreditava que afinal o meu sitio era no porto bem pertinho da familia, que os 25 anos já estaria casa e a pensar em filhos e que até aos 27 já teria o primeiro , mas depois o trabalho no porto não apareceu, lisboa começou a ser uma realidade e as vontades mudaram.

Com a mudança para lisboa percebi que nunca ira conseguir viver fora de Portugal ( pelo menos não de livre vontade e nunca seria nada facil), percebi que sou muito menina da “mama”, que a minha familia é o meu ponto de equilibrio e longe não ia ser nada facil ( já assim não é).
Percebi tambem que esta falta de aventura tem de ser conpensada com loucura, que preciso ser apaixonada por tudo, que a vida “normal” não me chega, que a racionalidade não combina comigo, que quero sempre mais e mais e isto é um problema. É uma recção tipica de adolescente, sem consciencia, sem medir o risco. Percebi com o tempo que a vida não pode nem deve ser uma festa. Percebi que não vou estar apaixonada por tudo todos os dias, que ha dias em que vou adorar o meu trabalho e outros em que me apetece vir embora, que ha dias em que acredito que o mundo é meu e outros em que estou a suportar com o peso de mundo. Percebi que a vida não é sempre como a imaginamos ou como a queremos mas o bom disto tudo é que é uma caixinha de surpresas com coisas boas e más, mas com coisas novas todos os dias.

Fragilidades no feminino

Sou insegura por natureza em varios aspectos da vida, sempre tentei lutyar contra isso, e acho que me tenho saido bem.
Mas as fragilidades voltam ao de cima em dias menos bons, nas mais diversas situações, com pessoas que me estão proximas e que por muito que tente que seja de outra forma não consigo nunca sentir-me a vontade, sentir-me “segura”. Quase como um sexto sentido que nos avisa do perigo, como uma chamada constante de alerta para me manter sempre de pé atras e com as orelhas bem espetadas tipo cão em posição de ataque...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rescaldo da Pascoa

A minha páscoa começou na sexta a e noite quando todo o mundo chegou la a casa.
Depois da voltinha da praxe pela casa para apresentação do espaço começamos pelo que tão bem sabemos fazer em família: comer e beber. A noite foi longa e ninguém foi pa cama antes das 3h (sem ser as crianças que há mt que dormiam). A noite não foi facil, nada fácil mesmo nem para os habitantes do quarto de hóspedes (éramos 7 pessoas no mesmo quarto) uma vez que com tanta excitação as crianças tiveram uma noite agitada, nem para os habitantes da sala que eram alérgicos a pelos de gato (e com 2 gatos é difícil não ter pelos). Mas ainda assim toda a gente acordou bem-disposto na manha seguinte e seguimos viagem para alchochete e depois para Sesimbra. Os miúdos ficaram felizes da vida, o tempo ajudou e puderam andar na água, saímos de la todos molhados e felizes, de seguida fomos os Portinho da Arrabida que estava lindo como sempre.
A vinda para casa o meu carro decidiu morrer, e ficamos no meio de nenhures á espera do reboque e do táxi que nos levasse de volta a casa.
No domingo fomos pa Lisboa e o tempo portou-se lindamente. Segunda foi dia de não fazer nada e das despedidas.
E o coraçãozinho de todos ficou mais cheio de sorrisos e de bons momentos, mas as despedidas custam demais. E depois de tanto barulho e gente e confusão numa casa é demasiado estranho ficar sozinha.
De notar que as gatas durantes estes dias andaram desaparecidas, passei os dias a tentar descobrir os seus esconderijos. Não tive problema nenhum em deixar as portas da sala abertas porque nenhuma passou por lá, na verdade parece que ainda estão a recuperar de tanta agitação porque passam o tempo todo seu ninho nem as portas abertas as atraem, foi remédio santo .
Sem duvida nenhuma a repetir, porque as tradições são para manter (e havemos de inventar umas quantas mais, que é sempre bom ter visitas em casa).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tradições de Páscoa

Este ano para não fugir a mais recente tradição familiar, a páscoa vai ser passada em Lisboa.
Já foi assim no ano passado e vamos manter este ano, e se tudo correr bem manteremos por muito mais tempo.
Ano passado foi muito giro, com vários passeios e dias bastante agradáveis. Este ano as férias são mais alargadas, vão ser 4 dias de muita confusão, de casa literalmente cheia, de muito barulho mas também de muitos sorrisos e abraços e coração cheio.
Este ano vêm também os meus primos por isso vamos ser bastante mais, e é assim que eu gosto, da família (quase) completa. E felizmente com a minha mãe, irmã e prima lá em casa não vou fazer nenhum :P
Espero que o tempo ajude (já ouvi dizer que não) para podermos aproveitar todos em grande esta estadia. Os planos já estão feitos, já temos a tradicional visita á expo, uma visita ao castelo de S. Jorge com passeio de eléctrico, pic-nics, baloiços e jogos de basquete e futebol a pedido da pequenada. Que passe rapidinho estes 3 dias que tou a precisar de mimo.