quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Das Relações

É do conhecimento geral que as relações não são faceis. Que é preciso cultiva-las todos os dias, que temos de nos esforçar, muitas vezes pôr o orgulho de lado, deixar de teimar, e deixar de ter razão mm quando sabemos que a temos...
Pois bem, tenho para mim que as coisas n devias ser assim. Se as pessoas se gostam as coisas deviam ser faceis. O esforço não devia nunca fazer parte de uma relação. Não devia haver segundas oportunidades, nem duvidas. Não devia haver desgostos, nem desconfiança. Mas isto é apenas a opinião de alguem que vai ficar velha, solteira e rodeada de gatos :)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O balanço

E após 3 semanas de volta ao Porto chegou a altura de fazer um balanço... e só me apetece dizer: Quero voltar a Lisboa!!!
Vá na verdade não é bem assim, tenho saudades de lisboa, do meu trabalho das pessoas. Principalmente tenho saudades da minha casa, do meu cantinho. De poder deixar tudo fora do sitio se ne apetecesse, das minhas coisas.
Custa-me ver a minha vida "embalada".
Mas tambem estou bem no Porto... já fui aos meus sitios, aos meus restaurantes (o Passion Argentinha fechou!!!), já andei de barco pelo rio. Matei algumas saudades. Mas a verdade é que tenho saudades de lisboa, de passear na expo, do bairro alto, do ginasio, de atravessar a ponte!
Daqui a nada já me habituo, é uma questão de tempo ( ou então não, e daqui a nada volto a lisboa :p )

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

É isto que eu quero pa mim, um dia...



Porque o melhor amor, o amor de uma vida não é o primeiro, é o ultimo. É aquele que que se vive com mais calma, mas com maior entrega! É aquele que nos preenche o coração.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Do distanciamento

No mesmo dia e em contextos diferentes, várias pessoas me qualificaram como fria. Pessoas que me conhecem melhor ou pior, mas que me têm como fria.
Acho que com o tempo tenho-me tornado realmente mais fria, na verdade não é fria, apenas me protejo mais, penso em todos os passos que dou, meço com precisão quase milimétrica o quanto me dou ás pessoas.
E torna-se "fácil" para mim lidar com as mesmas, lidar com possíveis desgostos ou contratempos. Torna-se mais "fácil" sair sem olhar para trás. Seguir em frente, cair e rapidamente me levantar.
Não gosto menos que os outros, não me dou menos que os outros, sou apenas muito racional e tento controlar até onde posso ir, até onde quero ir.
Claro está que há alturas em que este auto-controle não é possível, em que como todas as outras pessoas me "descontrolo", mas para mim é mais fácil retomar o controlo.
Não é que sofra menos, nada disso, muitas vezes é o contrario, apenas lido melhor com isso. Não me vejo nunca dependente de alguém, era incapaz de lutar por alguém que não me quisesse ou que tivesse a mais leve duvida que me queria. Uma dúvida para mim é equivalente ao virar de costas. Não fico para ver no que dá, não luto para que as coisas resultem. Não porque seja cobarde, nada disso, apenas porque se existem dúvidas para mim já não chega. Seja numa relação amorosa, seja numa amizade, seja num contexto mais profissional.

Em suma, e em resposta ao que me disseram, não, não sinto menos que os outros, não sofro menos que os outros, uso simplesmente uma "capa de protecção".Na verdade digo "sim" e "não" e sigo em frente, quando mts vezes o que quero fazer é gritar e dizer "talvez" e "não sei" e voltar atrás.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Constatacção do Dia #2

Depois de uma conversa de gajas sobre homens e relações em geral descobri que vou ficar "para tia" ou seja vou ser daquelas solteira cheia de gatos á volta, tou mm a ver!!!
Arre que feitio dificil que eu tenho!!! é que não me estou a ver a contentar com as relações que metade delas tem!!
Conclusão: já percebi a constatação nº1 :)

Constatacção do Dia #1

Aos 25 anos sou a unica solteira de entre as minhas amigas ou mesmo colegas...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Isto podia ter sido escrito por mim, não foi por mero acaso ( e porque n sei escrever tão bem) por isso fui roubar ali ao lado :

Os Ingredientes do Amor

"O amor precisa de todos os ingredientes, dos mais estranhos aos mais normais, com doses maiores ou em quantidades menores. Eu diria que tudo depende do Amor. Por isso vou só falar-vos do meu Amor, [porque de facto só este me interessa].

O meu amor precisa de fermento, e diria que é o principal ingrediente de uma história de amor. Um amor que não cresça todos os dias, que não fique grande e fofo como um bolo a sair de um forno, não é um amor completo. E este fermento pode ser usado em todos os momentos do dia, através de um telefonema inesperado, de um bilhete no meio da nossa roupa, de um olhar mais prolongado, de um simples “gosto de ti”.

Depois, precisa sobretudo de coisas doces, que nos dão segurança, estabilidade, vontade de sorrir, e felicidade. Diria que precisa de muita nutela, de m&m, bolachas de cocô e de canela, gelados de maracujá, crepes e goffres de morango, melancia ao fim da tarde e sumo de laranja de manhã. Todos aqueles ingredientes que nos dão felicidade, uma felicidade quase semelhante à que sentimos quando vivemos um amor sereno, quando sabemos que Ele estará ali todas as noites [mesmo não estando, efectivamente], que para Ele qualquer caminho que escolha, nós seremos sempre a companhia ideal.

E por fim, o amor precisa de ingredientes loucos, que nos façam arriscar, que nos deixem excitados e a desejar ardentemente a próxima aventura com Ele, seja abandonar o trabalho e pegar na mochila e partir em direcção ao nada, seja fazer amor dentro de um elevador ou saltar da janela do quarto para estar mais 5 minutos com Ele. Por isso, eu diria que o amor precisa de lays camponesas, de açafrão e caril. Precisa de hortelã dos mojitos e de cachaça das caipirinhas. De marisco e de amendoins salgados.

O meu amor precisa destes ingredientes, mas sobretudo precisa de Amor, que é o ingrediente mais raro e mais mágico que podemos encontrar na nossa vida."

Pela Lila, Autora do Blog Me7ade da Laranja (espero que não se importe)