Incrível como fico sem jeito quando falamos… Quase como um amor mal resolvido, onde as pernas tremem sempre que falas comigo.
Gosto de acreditar que a distancia não nós separou, que apesar de tudo continuamos amigas, que por muito que nos afastemos quando estamos juntas tudo continua igual.
Na verdade ainda hoje se por algum motivo falo na minha melhor amiga falo automaticamente de ti, faço automaticamente a associação, e a verdade é que já não sei nada de ti. Não sabemos nada uma da outra.
Não sei se gostas do novo trabalho, não sei se ainda estas no mesmo trabalho, não sei qual é o teu horário nem sequer o fazes.
Não sei se és feliz todos os dias, se tens problemas que te aflijam de verdade, preocupações.
Não partilho contigo nenhum dos meus dias felizes, nenhuma das minhas conquistas ou das minhas preocupações.
Nunca falei do meu novo trabalho contigo, nunca conhecemos a casa uma da outra.
No meio da distância e de mal intendidos perdemo-nos uma da outra, e incrivelmente ainda te vejo como a minha amiga, como a minha melhor amiga.
E olho para trás e não percebo o que nos separou, não vejo nada que impossibilite que sejamos amigas, não vejo nada que alguma de nós tenha feito que justifique esta distância… Se calhar é o tempo a falar, as saudades, a vontade de te ter de volta na minha vida, mas a verdade é que não consigo lembrar-me.
E, entretanto, já passei todas as fases, já fiquei muito magoada e revoltada, já passei a fase em que te chateava constantemente para tarmos juntas quase como em desespero, agora acho que me habituei, que nos habituamos…
Agora falamos de tempos a tempos, como colegas de escola que se falam quando se encontram na rua e não passamos muito do “ta tudo bem” “sem novidade”…
E tenho medo do dia em que não tenhamos nada para dizer, e doí-me pensar nos planos que fazíamos, dos nossos lanches da Foz, dos planos de compras, dos planos para um futuro que nos incluída sempre às duas.
Sinceramente acho que nunca vamos conseguir voltar atrás, que a distância já foi maior que nós. Que já só pensamos num futuro sem espaço para as duas (e gostava tanto, tanto de estar enganada).
Mas sei que vou continuar a achar-te a minha melhor amiga, quase como aquele que foi o grande amor de uma vida e que não deu certo, que nos deixa um sabor agridoce, um amor sem igual e que venha quem vier aquele vai ser sempre o amor de uma vida.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Se eu soubesse escrever bem era mesmo iso que escrevia #1 :
"A minha versão do Amor
Mas tão ou mais importante do que o dizer "amo-te" é o não dizer "amo-te". Uma relação sem "amo-tes" é uma relação pobre. Gostar não é amar, adorar não é amar, amar é amar. E quando se ama diz-se "amo-te". Não me venham com "I love yous", não me venham com "és a pessoa da minha vida", porque isso é uma treta, isso é mariquice, é infantil e absurdo. Amor é um sentimento adulto e é preciso ser-se crescidinho de cabeça para se poder amar."
E é precisamente isso, um adoro-te não de todo um amo-te, houve tempo em que pensei se sim era a mesma coisa e talvez até um sentimento maior, mas hoje sei claramente que não, um adoro-te tem um "peso" completamente diferente de um "amo-te". Se se ama alguém não se diz "Adoro-te" e mt menos "Love You" e coisa parecida. Se se ama, nenhuma outra palavra faz sentido,porque nenhuma outra tem o mesmo peso, nenhuma outra quer dizer o mesmo..
Com grande lata copiado do : O Arrumadinho
Mas tão ou mais importante do que o dizer "amo-te" é o não dizer "amo-te". Uma relação sem "amo-tes" é uma relação pobre. Gostar não é amar, adorar não é amar, amar é amar. E quando se ama diz-se "amo-te". Não me venham com "I love yous", não me venham com "és a pessoa da minha vida", porque isso é uma treta, isso é mariquice, é infantil e absurdo. Amor é um sentimento adulto e é preciso ser-se crescidinho de cabeça para se poder amar."
E é precisamente isso, um adoro-te não de todo um amo-te, houve tempo em que pensei se sim era a mesma coisa e talvez até um sentimento maior, mas hoje sei claramente que não, um adoro-te tem um "peso" completamente diferente de um "amo-te". Se se ama alguém não se diz "Adoro-te" e mt menos "Love You" e coisa parecida. Se se ama, nenhuma outra palavra faz sentido,porque nenhuma outra tem o mesmo peso, nenhuma outra quer dizer o mesmo..
Com grande lata copiado do : O Arrumadinho
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Ha dias em que...
Gostava de ser capaz de amores loucos, de paixões desenfreadas.
De ter uma vida cheia de emoções.
Gostava de certezas absolutas do coração, gostava de ser capaz de sentimentos intensos, de ser capaz de loucuras por amor sem as achar parvas e injustificadas.
Gostava de conseguir gostar sem limites, sem pensar no amanha e depois e depois, gostava de não ser tão racional no gostar.
Gostava de acreditar em contos de fada e achar e sentir que tudo é possível quando se gosta.
Mas não sou, como alguém me disse a uns tempos atrás ( quase numa outra vida) sou tão racional que chego a ser fria.
E sei que é verdade, gosto sempre com limites, ou quase sempre porque consegui quebrar a barreira por uma vez, mas o medo foi mais forte que eu e na hora da verdade optei por "saltar fora".
Gosto sempre com incerteza e pior gosto sempre com uma racionalidade parva.
Gosto de fazer planos racionais, de traçar metas sempre para mim e nunca para um nós ( apesar de algumas vezes estes caminhos se cruzarem).
E olhando em retrospectiva apercebo-me que ate gosto de ser assim, é verdade que a possibilidade de viver um grande amor digno de filme é remota, mas também é verdade que estes têm tantos percalços e sofrimento pelo meio que nem sempre é bom.
Gosto de conseguir controlar, de saber que consigo virar as costas e dizer ate nunca com uma facilidade que ate a mim me assusta. Gosto de não perder o rumo dos meus objectivos por falta de alguém.
E racionalmente falando , gosto desta minha racionalidade!
De ter uma vida cheia de emoções.
Gostava de certezas absolutas do coração, gostava de ser capaz de sentimentos intensos, de ser capaz de loucuras por amor sem as achar parvas e injustificadas.
Gostava de conseguir gostar sem limites, sem pensar no amanha e depois e depois, gostava de não ser tão racional no gostar.
Gostava de acreditar em contos de fada e achar e sentir que tudo é possível quando se gosta.
Mas não sou, como alguém me disse a uns tempos atrás ( quase numa outra vida) sou tão racional que chego a ser fria.
E sei que é verdade, gosto sempre com limites, ou quase sempre porque consegui quebrar a barreira por uma vez, mas o medo foi mais forte que eu e na hora da verdade optei por "saltar fora".
Gosto sempre com incerteza e pior gosto sempre com uma racionalidade parva.
Gosto de fazer planos racionais, de traçar metas sempre para mim e nunca para um nós ( apesar de algumas vezes estes caminhos se cruzarem).
E olhando em retrospectiva apercebo-me que ate gosto de ser assim, é verdade que a possibilidade de viver um grande amor digno de filme é remota, mas também é verdade que estes têm tantos percalços e sofrimento pelo meio que nem sempre é bom.
Gosto de conseguir controlar, de saber que consigo virar as costas e dizer ate nunca com uma facilidade que ate a mim me assusta. Gosto de não perder o rumo dos meus objectivos por falta de alguém.
E racionalmente falando , gosto desta minha racionalidade!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Rescaldo das Ferias
Recomendo Vivamente!
As mini – férias correram lindamente.
O sítio ajudou muito, umas vistas fantásticas, quartos grandes (fiquei na suite júnior) e muito bom atendimento.
O tempo também ajudou e manteve-se sempre bastante quentinho, com muito sol para desfrutar bem da piscina.
Comi muito (muito e bem), apesar de achar que nos próximos tempos não consigo comer lagostas, lagostins, sapateiras, camarões e afins já que exagerei imenso (recomendo vivamente o restaurante marisqueira das Furnas mesmo na praia da Ericeira), portanto prevê-se uns próximos meses de dieta.
Em conclusão, a boa vida custa muito deixar para trás.
As mini – férias correram lindamente.
O sítio ajudou muito, umas vistas fantásticas, quartos grandes (fiquei na suite júnior) e muito bom atendimento.
O tempo também ajudou e manteve-se sempre bastante quentinho, com muito sol para desfrutar bem da piscina.
Comi muito (muito e bem), apesar de achar que nos próximos tempos não consigo comer lagostas, lagostins, sapateiras, camarões e afins já que exagerei imenso (recomendo vivamente o restaurante marisqueira das Furnas mesmo na praia da Ericeira), portanto prevê-se uns próximos meses de dieta.
Em conclusão, a boa vida custa muito deixar para trás.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Post lamechas do Mês #2
Adoro que partilhes todos os dias comigo o teu lanche (porque eu nunca trago um para mim) nas nossas viagens para casa;
Adoro quando arranjas o meu almoço para trazer para o trabalho (porque eu de manha “engonho” imenso)
Adora que me tragas bolo só porque te lembraste de mim;
Adoro o facto de já gostares das minhas gatas ( sim eu sei que vais continuar sem gostar de gatos e que fazes um esforço para gostar das minhas)
Adoro que me faças as vontades ( quase todas)
Adoro que não te tenhas oposto ao “nosso quarto cor de rosa”;
E essencialmente adoro que sejas Portista, senão não ia gostar nada de ti!!! = )
Adoro quando arranjas o meu almoço para trazer para o trabalho (porque eu de manha “engonho” imenso)
Adora que me tragas bolo só porque te lembraste de mim;
Adoro o facto de já gostares das minhas gatas ( sim eu sei que vais continuar sem gostar de gatos e que fazes um esforço para gostar das minhas)
Adoro que me faças as vontades ( quase todas)
Adoro que não te tenhas oposto ao “nosso quarto cor de rosa”;
E essencialmente adoro que sejas Portista, senão não ia gostar nada de ti!!! = )
Subscrever:
Mensagens (Atom)


